Na noite da última terça-feira, em São Januário, o Coritiba garantiu sua volta à Série A, com vitória por 3x2 sobre o Duque de Caxias. Léo Gago, Enrico e Marcos Aurélio, este aos 44 do segundo tempo, marcaram os gols que selaram o acesso e a confirmação da equipe na elite do futebol brasileiro em 2011.
O Coritiba volta com todos os méritos. Apesar das cenas altamente reprovadoras ocorridas na última rodada do Brasileirão do ano passado, o time paranaense, campeão brasileiro em 1985, tem história, nível e torcida de Série A. O maior do Paraná? Aí já é outra discussão. Se levarmos em conta o século 21, não. Antes disso, porém, era até difícil de comparar, uma vez que o Coxa levava bastante vantagem sobre o rival Atlético/PR.
É inevitável não citar alguns nomes que podem ser os símbolos desta montanha russa que o Coritiba viveu em um espaço de pouco mais de 11 meses. O zagueiro Jeci, o volante Leandro Donizete e o atacante Marcos Aurélio estavam em campo na partida do rebaixamento no ano passado - o empate em 1x1 com o Fluminense. O técnico Ney Franco é talvez a principal figura deste acesso. Poucos sabem, mas seu salário teve de ser diminuído, devido ao baixo orçamento para esta temporada. Além destes, temos outros jogadores que seguiram no elenco, como os goleiros Edson Bastos e Vanderlei e o zagueiro Pereira. Todos estes viveram, ou sobreviveram a saga do Coxa em 11 meses: queda no ano do centenário, punição, título paranaense, jogos em Joinville, volta ao Couto Pereira, ascensão e (título?). Para este último vir já no próximo sábado, com duas rodadas de antecedência, basta uma vitória sobre o Figueirense, e um tropeço do Bahia contra a Portuguesa, em Pituaçu.
Por fim, o JOGADA ENSAIDA deixa seus parabéns ao Coritiba. Como dizem, “o bom filho sempre retorna à casa”. E dela, na verdade, não era nem para ter saído. Agora é planejar o ano que vem e já pensar em um novo treinador, afinal, Ney Franco será coordenador das categorias de base da seleção brasileira. Mas isso podemos deixar para daqui a pouco. O momento é de comemoração, digo, concentração, uma vez que o Coxa quer o bicampeonato da Série B (o outro título veio em 2007). Se vencer, entrará para o patamar dos maiores vencedores da competição, hoje dividido entre Paysandu (1991 e 2001) e Paraná (1992 e 2000).
Beijos e abraços.
O Coritiba volta com todos os méritos. Apesar das cenas altamente reprovadoras ocorridas na última rodada do Brasileirão do ano passado, o time paranaense, campeão brasileiro em 1985, tem história, nível e torcida de Série A. O maior do Paraná? Aí já é outra discussão. Se levarmos em conta o século 21, não. Antes disso, porém, era até difícil de comparar, uma vez que o Coxa levava bastante vantagem sobre o rival Atlético/PR.
É inevitável não citar alguns nomes que podem ser os símbolos desta montanha russa que o Coritiba viveu em um espaço de pouco mais de 11 meses. O zagueiro Jeci, o volante Leandro Donizete e o atacante Marcos Aurélio estavam em campo na partida do rebaixamento no ano passado - o empate em 1x1 com o Fluminense. O técnico Ney Franco é talvez a principal figura deste acesso. Poucos sabem, mas seu salário teve de ser diminuído, devido ao baixo orçamento para esta temporada. Além destes, temos outros jogadores que seguiram no elenco, como os goleiros Edson Bastos e Vanderlei e o zagueiro Pereira. Todos estes viveram, ou sobreviveram a saga do Coxa em 11 meses: queda no ano do centenário, punição, título paranaense, jogos em Joinville, volta ao Couto Pereira, ascensão e (título?). Para este último vir já no próximo sábado, com duas rodadas de antecedência, basta uma vitória sobre o Figueirense, e um tropeço do Bahia contra a Portuguesa, em Pituaçu.
Por fim, o JOGADA ENSAIDA deixa seus parabéns ao Coritiba. Como dizem, “o bom filho sempre retorna à casa”. E dela, na verdade, não era nem para ter saído. Agora é planejar o ano que vem e já pensar em um novo treinador, afinal, Ney Franco será coordenador das categorias de base da seleção brasileira. Mas isso podemos deixar para daqui a pouco. O momento é de comemoração, digo, concentração, uma vez que o Coxa quer o bicampeonato da Série B (o outro título veio em 2007). Se vencer, entrará para o patamar dos maiores vencedores da competição, hoje dividido entre Paysandu (1991 e 2001) e Paraná (1992 e 2000).
Beijos e abraços.
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