Falar de Real Madrid e Milan é fácil! São times tradicionais do futebol mundial, os maiores vencedores da Liga dos Campeões, têm os maiores artilheiros da história desse campeonato, grandes estrelas, ídolos em comum, grandes marcas rivais que se escondem por trás desses clubes/empresas, mas é difícil de entender todas as coisas surpreendentes e inimagináveis que acontecem no confronto entre essas equipes e a maneira como elas se sucedem.Na tarde desta quarta-feira, no San Siro, Milan e Real Madrid, ainda pela fase de grupos, protagonizaram um jogo épico e digno de Champions League. Os times entraram em campo com formações táticas bem parecidas, entretanto com atitudes bem distintas. No início do jogo, o Milan ensaiou uma pressão que foi superada de imediato pela qualidade do atual Real Madrid, ou melhor, o Real Madrid de José Mourinho. É incrível! O português chegou, arrumou a casa e, mais que isso, resgatou o espírito de competitividade do clube, o futebol do compatriota Cristiano Ronaldo e, acima de tudo, o otimismo do torcedor merengue, que frequentemente era alvo de frustrações rotineiras motivadas por uma política galáctica exagerada que visava a lucratividade em cima de vendas de camisas e quantias exorbitantes que giram em torno da imagem de cada jogador. Algo muito parecido, guardada devidas proporções, e seus devidos lugares, vemos, hoje, no Fluminense e digo isso porque ambos perceberam que na receita de sucesso e de títulos de um clube se inclui não só a contratação de grandes jogadores, como também de um grande técnico.
Ainda no primeiro tempo, com um futebol em plena harmonia, prático, talentoso, eficiente, objetivo, é tanta qualidade que prefiro parar por aqui, o Real anulou o meio campo do Milan que ultimamente, e dessa vez não foi diferente, vem apresentando um futebol medíocre, sem graça, de chutões, sem aproximação, lançamentos imprecisos, que vem caindo no ostracismo e aos poucos, quer seja no Calcio, quer seja na Champions, frustrando e causando a impaciência de seus torcedores. Haja visto, que na última rodada do italiano, pela primeira vez, desde de que chegou ao clube, o atacante Alexandre Pato saiu vaiado de campo.
Ainda no primeiro tempo, com um futebol em plena harmonia, prático, talentoso, eficiente, objetivo, é tanta qualidade que prefiro parar por aqui, o Real anulou o meio campo do Milan que ultimamente, e dessa vez não foi diferente, vem apresentando um futebol medíocre, sem graça, de chutões, sem aproximação, lançamentos imprecisos, que vem caindo no ostracismo e aos poucos, quer seja no Calcio, quer seja na Champions, frustrando e causando a impaciência de seus torcedores. Haja visto, que na última rodada do italiano, pela primeira vez, desde de que chegou ao clube, o atacante Alexandre Pato saiu vaiado de campo.
Aos 44, após várias chances perdidas, Di María arrancou pelo meio e serviu seu companheiro de clube e seleção, Higuaín, que livre na área, dominou e bateu rasteiro na saída de Abbiati. Pronto! O Real Madrid chegava a marca dos 700 gols em torneios europeus. Higuaín e Di María? Olho neles! Ambos foram convocados por Sergio Batista, o novo técnico dos hermanos, nesta terça-feira, e estarão no próximo jogo entre Brasil e Argentina, no próximo dia 17 de novembro, no Catar. O primeiro, ainda muito jovem, foi contratado do River Plate, nas primeiras temporadas parecia que não vingaria como um grande craque, entretanto foi um dos artilheiros do último campeonato espanhol e esteve na Copa do Mundo de 2010. O segundo foi contratado pelo Real Madrid esse ano, é um ponta talentoso e fundamental no esquema tático de Mourinho.Um jogo, até então, justíssimo que mostrava, de forma clara, o verdadeiro abismo entre a realidade de cada time, confirmada pela disparidade de números e estatísticas apresentadas no intervalo da partida. O clube rossoneri terminou a primeira etapa com apenas duas chances, nem tão claras assim, desperdiçadas por Ibra.
No início do segundo tempo, tudo muito parecido. O Real Madrid permanecia tendo as melhores chances, enquanto o Milan, na mais profunda chatice e incompetência, se lançava ao ataque sem mostrar muito perigo. Aos 14, percebendo que o time não mudava de atitude, o técnico Massimiliano Allegri sacou da partida um Ronaldinho Gaúcho sonolento e apático. O Ronaldinho estava em campo?
Olha quem vem lá! É um passaro? Um avião? Não! É a pedra no sapato do Zé. O cara que incomoda, o chato que, com seu elevado grau de "cretinice" e uma dose cavalar de sorte, reconhecida e considerada, é a causa angustiante da consciência afilitiva do técnico português. A entrada do veterano Inzaghi, no lugar do camisa 80, mudou o panorama do jogo, por incrível que pareça. O segundo maior artilheiro das competições européias, só atrás de Raúl (ex- jogador do Real Madrid), entrou pilhado e, apenas 10 minutos, em campo, foram o bastante, para anotar seu gol, empatar a partida, superar os 123 gols feitos por Marco Van Basten com a camisa do Milan (informação que passou batida no globoesporte.com e lancenet) e, assim, virar o sexto maior artilheiro da história do clube. Aos 32, o predestinado e impedidíssimo Filippo Inzaghi, mesmo com todas as limitações técnicas e físicas aparentes, mas com o coração na ponta da chuteira, balançou as redes novamente, atingiu a marca dos 70 gols em torneios europeus e fez o San Siro tremer.

Entretanto, o jogo não havia terminado e a solução parecia mesmo está no banco de reservas. Os dois treinadores mexeram nas equipes e, aos 48, Pedro Leon, que entrara no lugar de Pepe, converteu para os merengues. Silêncio no San Siro!
O Real Madrid sob o comando de José Mourinho, não sabe o que é derrota em competições oficiais e está há 20 partidas invicto. A última derrota do clube madrilenho foi num 2 x 0 para o Barcelona, no segundo turno do campeonato Espanhol, na temporada passada, quando ainda era dirigido pelo técnico Manuel Pellegrini.
Com esse empate, o Real permaneceu na liderança do grupo G se classificando para as oitavas de final da Liga e o Milan, ainda não classificado para próxima fase, assegurou a vice-liderança do grupo. E fica a pergunta: E o Kaká?
O Real Madrid sob o comando de José Mourinho, não sabe o que é derrota em competições oficiais e está há 20 partidas invicto. A última derrota do clube madrilenho foi num 2 x 0 para o Barcelona, no segundo turno do campeonato Espanhol, na temporada passada, quando ainda era dirigido pelo técnico Manuel Pellegrini.
Com esse empate, o Real permaneceu na liderança do grupo G se classificando para as oitavas de final da Liga e o Milan, ainda não classificado para próxima fase, assegurou a vice-liderança do grupo. E fica a pergunta: E o Kaká?
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